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		<title><![CDATA[ICHTHYS - Onde tudo é melhor.: &Uacute;ltimas not&iacute;cias]]></title>
		<link>http://www.ichthys.wdcomwebsites.com.br/shop</link>
		<description><![CDATA[&Uacute;ltimas not&iacute;cias de ICHTHYS - Onde tudo é melhor..]]></description>
		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 05:13:22 +0000</pubDate>
		<item>
			<title><![CDATA[Sobre Serial ATA]]></title>
			<link>http://www.ichthys.wdcomwebsites.com.br/shop/news/2/Sobre-Serial-ATA.html</link>
			<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 09:11:55 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.ichthys.wdcomwebsites.com.br/shop/news/2/Sobre-Serial-ATA.html</guid>
			<description><![CDATA[<p>Serial ATA ou simplesmente SATA &eacute; o padr&atilde;o de<span style="text-decoration: underline;"> disco r&iacute;gido</span><a onmouseover="window.status='Ofertas de discos r&iacute;gidos no Mercado Livre!'; return true" onmouseout="window.status=''; return true"  href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=347515&word=discos+r%EDgidos&go=http://www.mercadolivre.com.br/jm/search?as_categ_id=1672$as_display_type=G$as_filtro_id=PRECIO_FIJO$as_order_id=MAS_OFERTADOS$as_price_min=25" target="_blank" class="intelitxt" title="Ofertas de discos r&iacute;gidos no Mercado Livre!"></a>
criado para substituir os discos ATA, tamb&eacute;m conhecidos como IDE. A
taxa de transfer&ecirc;ncia m&aacute;xima te&oacute;rica de um disco Serial ATA &eacute; de 150
MB/s ou 300 MB/s, contra os 133 MB/s de um <span style="text-decoration: underline;"> disco r&iacute;gido</span> IDE. Neste tutorial explicaremos tudo o que voc&ecirc; precisa saber sobre o padr&atilde;o Serial ATA. </p><p>A
porta IDE tradicional (agora chamada &#8220;Parallel ATA&#8221;, IDE paralela ou
simplesmente PATA) transfere dados de forma paralela. A vantagem da
transmiss&atilde;o paralela &eacute; que ela &eacute; mais r&aacute;pida do que a transmiss&atilde;o em
s&eacute;rie, pois transmite v&aacute;rios bits por vez. Sua grande desvantagem,
por&eacute;m, &eacute; em rela&ccedil;&atilde;o ao ru&iacute;do. Como ter&atilde;o de existir muitos fios (pelo
menos um para cada bit a ser transmitido por vez), um fio gera
interfer&ecirc;ncia no outro. &Eacute; por esse motivo que os discos r&iacute;gidos ATA-66
e superiores precisam de um cabo especial, de 80 vias. A diferen&ccedil;a
entre esse cabo de 80 vias e o cabo IDE comum de 40 vias &eacute; que ele
possui um fio de terra entre cada fio original, funcionando como uma
blindagem contra interfer&ecirc;ncias. <br/></p><p>No
Serial ATA, por outro lado, a transmiss&atilde;o dos dados &eacute; feita de modo
serial, ou seja, transmitindo um bit por vez. A maioria das pessoas
pensa que a transmiss&atilde;o serial &eacute; mais lenta que a transmiss&atilde;o em
paralelo. Acontece que isto s&oacute; &eacute; verdade se compararmos os dois tipos
de transmiss&atilde;o usando a mesma taxa de clock. Neste caso a transmiss&atilde;o
paralela ser&aacute; pelo menos oito vezes mais r&aacute;pida, j&aacute; que pelo menos oito
bits (um byte) ser&atilde;o transmitidos por pulso de clock, enquanto que na
transmiss&atilde;o serial apenas um bit ser&aacute; transmitido por pulso de clock.
No entanto, se um clock maior for usado na transmiss&atilde;o serial, ela pode
ser mais r&aacute;pida do que a transmiss&atilde;o paralela. Isto &eacute; exatamente o que
acontece com o Serial ATA. </p><p>O problema em aumentar a taxa de
transfer&ecirc;ncia na transmiss&atilde;o paralela &eacute; ter que aumentar o clock, j&aacute;
que quanto maior o clock maiores s&atilde;o os problemas relacionados &agrave;
interfer&ecirc;ncia eletromagn&eacute;tica. Como a transmiss&atilde;o serial utiliza apenas
um fio para transmitir os dados, ela sofre menos com problemas de ru&iacute;do
o que permite obter clocks elevados, resultando em uma taxa de
transfer&ecirc;ncia maior. </p><p>A taxa de transfer&ecirc;ncia do padr&atilde;o Serial
ATA &eacute; de 1.500 Mbps. Como este padr&atilde;o utiliza o esquema de codifica&ccedil;&atilde;o
8B/10B (o mesmo esquema de codifica&ccedil;&atilde;o usado nas redes Fast Ethernet) &#8211;
onde cada grupo de oito bits &eacute; codificado em um sinal de 10 bits &#8211; sua
taxa de transfer&ecirc;ncia efetiva &eacute; de 150 MB/s. Dispositivos Serial ATA
trabalhando nesta velocidade s&atilde;o tamb&eacute;m conhecidos como SATA-150. O
padr&atilde;o Serial ATA II traz novos recursos como a tecnologia Native
Command Queuing (NCQ), al&eacute;m oferecer a taxa de transfer&ecirc;ncia de 300
MB/s, o dobro do padr&atilde;o SATA original. Dispositivos que podem trabalhar
nesta velocidade s&atilde;o tamb&eacute;m conhecidos como SATA-300. O pr&oacute;ximo padr&atilde;o
a ser lan&ccedil;ado ser&aacute; o SATA-600. </p><p>&Eacute; importante notar que o SATA II
e SATA-300 n&atilde;o s&atilde;o sin&ocirc;nimos. Voc&ecirc; pode construir um dispositivo que
trabalhe apenas a 150 MB/s mas que use pelo menos um dos novos recursos
oferecido pelo padr&atilde;o SATA II, como o NCQ. Este seria um dispositivo
SATA II, apesar de n&atilde;o trabalhar a 300 MB/s. </p><p>A tecnologia
Native Command Queuing (NCQ) aumenta o desempenho do disco r&iacute;gido
reordenando os comandos de leitura enviados pelo computador.&nbsp;<a  href="http://clubedohardware.com.br/artigos/108" target="_blank"></a> Compre um disco r&iacute;gido que tamb&eacute;m tenha suporte a esta tecnologia. </p><p>&Eacute;
tamb&eacute;m muito importante notar que o Serial ATA implementa dois caminhos
de dados separados, um para a transmiss&atilde;o e outro para recep&ccedil;&atilde;o dos
dados. Na transmiss&atilde;o paralela apenas um caminho &eacute; usado, que &eacute;
compartilhado tanto para transmiss&atilde;o quanto para recep&ccedil;&atilde;o. O cabo
Serial ATA &eacute; formado por dois pares de fios (um para transmiss&atilde;o e
outro para recep&ccedil;&atilde;o) usando transmiss&atilde;o diferencial.</p><p> Al&eacute;m dos fios de transmiss&atilde;o e recep&ccedil;&atilde;o, tr&ecirc;s fios terra s&atilde;o utilizados. O cabo Serial ATA usa, portanto, sete fios. </p><p>Outra
vantagem da utiliza&ccedil;&atilde;o da transmiss&atilde;o serial &eacute; que poucos fios s&atilde;o
necess&aacute;rios no cabo. Portas IDE tradicionais utilizam um conector de 40
pinos e um cabo de 80 vias. As portas Serial ATA utilizam um conector
de sete pinos e um cabo com sete fios. Isto ajuda e muito no fluxo de
ar dentro do micro, j&aacute; que cabos mais finos n&atilde;o obstruem a passagem do
ar. </p>.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Serial ATA ou simplesmente SATA &eacute; o padr&atilde;o de<span style="text-decoration: underline;"> disco r&iacute;gido</span><a onmouseover="window.status='Ofertas de discos r&iacute;gidos no Mercado Livre!'; return true" onmouseout="window.status=''; return true"  href="http://pmstrk.mercadolivre.com.br/jm/PmsTrk?tool=347515&word=discos+r%EDgidos&go=http://www.mercadolivre.com.br/jm/search?as_categ_id=1672$as_display_type=G$as_filtro_id=PRECIO_FIJO$as_order_id=MAS_OFERTADOS$as_price_min=25" target="_blank" class="intelitxt" title="Ofertas de discos r&iacute;gidos no Mercado Livre!"></a>
criado para substituir os discos ATA, tamb&eacute;m conhecidos como IDE. A
taxa de transfer&ecirc;ncia m&aacute;xima te&oacute;rica de um disco Serial ATA &eacute; de 150
MB/s ou 300 MB/s, contra os 133 MB/s de um <span style="text-decoration: underline;"> disco r&iacute;gido</span> IDE. Neste tutorial explicaremos tudo o que voc&ecirc; precisa saber sobre o padr&atilde;o Serial ATA. </p><p>A
porta IDE tradicional (agora chamada &#8220;Parallel ATA&#8221;, IDE paralela ou
simplesmente PATA) transfere dados de forma paralela. A vantagem da
transmiss&atilde;o paralela &eacute; que ela &eacute; mais r&aacute;pida do que a transmiss&atilde;o em
s&eacute;rie, pois transmite v&aacute;rios bits por vez. Sua grande desvantagem,
por&eacute;m, &eacute; em rela&ccedil;&atilde;o ao ru&iacute;do. Como ter&atilde;o de existir muitos fios (pelo
menos um para cada bit a ser transmitido por vez), um fio gera
interfer&ecirc;ncia no outro. &Eacute; por esse motivo que os discos r&iacute;gidos ATA-66
e superiores precisam de um cabo especial, de 80 vias. A diferen&ccedil;a
entre esse cabo de 80 vias e o cabo IDE comum de 40 vias &eacute; que ele
possui um fio de terra entre cada fio original, funcionando como uma
blindagem contra interfer&ecirc;ncias. <br/></p><p>No
Serial ATA, por outro lado, a transmiss&atilde;o dos dados &eacute; feita de modo
serial, ou seja, transmitindo um bit por vez. A maioria das pessoas
pensa que a transmiss&atilde;o serial &eacute; mais lenta que a transmiss&atilde;o em
paralelo. Acontece que isto s&oacute; &eacute; verdade se compararmos os dois tipos
de transmiss&atilde;o usando a mesma taxa de clock. Neste caso a transmiss&atilde;o
paralela ser&aacute; pelo menos oito vezes mais r&aacute;pida, j&aacute; que pelo menos oito
bits (um byte) ser&atilde;o transmitidos por pulso de clock, enquanto que na
transmiss&atilde;o serial apenas um bit ser&aacute; transmitido por pulso de clock.
No entanto, se um clock maior for usado na transmiss&atilde;o serial, ela pode
ser mais r&aacute;pida do que a transmiss&atilde;o paralela. Isto &eacute; exatamente o que
acontece com o Serial ATA. </p><p>O problema em aumentar a taxa de
transfer&ecirc;ncia na transmiss&atilde;o paralela &eacute; ter que aumentar o clock, j&aacute;
que quanto maior o clock maiores s&atilde;o os problemas relacionados &agrave;
interfer&ecirc;ncia eletromagn&eacute;tica. Como a transmiss&atilde;o serial utiliza apenas
um fio para transmitir os dados, ela sofre menos com problemas de ru&iacute;do
o que permite obter clocks elevados, resultando em uma taxa de
transfer&ecirc;ncia maior. </p><p>A taxa de transfer&ecirc;ncia do padr&atilde;o Serial
ATA &eacute; de 1.500 Mbps. Como este padr&atilde;o utiliza o esquema de codifica&ccedil;&atilde;o
8B/10B (o mesmo esquema de codifica&ccedil;&atilde;o usado nas redes Fast Ethernet) &#8211;
onde cada grupo de oito bits &eacute; codificado em um sinal de 10 bits &#8211; sua
taxa de transfer&ecirc;ncia efetiva &eacute; de 150 MB/s. Dispositivos Serial ATA
trabalhando nesta velocidade s&atilde;o tamb&eacute;m conhecidos como SATA-150. O
padr&atilde;o Serial ATA II traz novos recursos como a tecnologia Native
Command Queuing (NCQ), al&eacute;m oferecer a taxa de transfer&ecirc;ncia de 300
MB/s, o dobro do padr&atilde;o SATA original. Dispositivos que podem trabalhar
nesta velocidade s&atilde;o tamb&eacute;m conhecidos como SATA-300. O pr&oacute;ximo padr&atilde;o
a ser lan&ccedil;ado ser&aacute; o SATA-600. </p><p>&Eacute; importante notar que o SATA II
e SATA-300 n&atilde;o s&atilde;o sin&ocirc;nimos. Voc&ecirc; pode construir um dispositivo que
trabalhe apenas a 150 MB/s mas que use pelo menos um dos novos recursos
oferecido pelo padr&atilde;o SATA II, como o NCQ. Este seria um dispositivo
SATA II, apesar de n&atilde;o trabalhar a 300 MB/s. </p><p>A tecnologia
Native Command Queuing (NCQ) aumenta o desempenho do disco r&iacute;gido
reordenando os comandos de leitura enviados pelo computador.&nbsp;<a  href="http://clubedohardware.com.br/artigos/108" target="_blank"></a> Compre um disco r&iacute;gido que tamb&eacute;m tenha suporte a esta tecnologia. </p><p>&Eacute;
tamb&eacute;m muito importante notar que o Serial ATA implementa dois caminhos
de dados separados, um para a transmiss&atilde;o e outro para recep&ccedil;&atilde;o dos
dados. Na transmiss&atilde;o paralela apenas um caminho &eacute; usado, que &eacute;
compartilhado tanto para transmiss&atilde;o quanto para recep&ccedil;&atilde;o. O cabo
Serial ATA &eacute; formado por dois pares de fios (um para transmiss&atilde;o e
outro para recep&ccedil;&atilde;o) usando transmiss&atilde;o diferencial.</p><p> Al&eacute;m dos fios de transmiss&atilde;o e recep&ccedil;&atilde;o, tr&ecirc;s fios terra s&atilde;o utilizados. O cabo Serial ATA usa, portanto, sete fios. </p><p>Outra
vantagem da utiliza&ccedil;&atilde;o da transmiss&atilde;o serial &eacute; que poucos fios s&atilde;o
necess&aacute;rios no cabo. Portas IDE tradicionais utilizam um conector de 40
pinos e um cabo de 80 vias. As portas Serial ATA utilizam um conector
de sete pinos e um cabo com sete fios. Isto ajuda e muito no fluxo de
ar dentro do micro, j&aacute; que cabos mais finos n&atilde;o obstruem a passagem do
ar. </p>.]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Steve Jobs se recupera de um transplante de fígado]]></title>
			<link>http://www.ichthys.wdcomwebsites.com.br/shop/news/1/Steve-Jobs-se-recupera-de-um-transplante-de-f%C3%ADgado.html</link>
			<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 16:14:05 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.ichthys.wdcomwebsites.com.br/shop/news/1/Steve-Jobs-se-recupera-de-um-transplante-de-f%C3%ADgado.html</guid>
			<description><![CDATA[<h2 class="hdois-desc-noticia">S&atilde;o Paulo - Principal executivo da Apple
est&aacute; se recuperando e deve voltar &agrave; companhia no fim do m&ecirc;s,
trabalhando apenas meio per&iacute;odo.</h2>
                    

                    


                    

                        
<a linkindex="94" href="http://idgnow.uol.com.br/mercado/2009/06/05/steve-jobs-deve-retomar-rotina-na-apple-ainda-este-mes">Steve Jobs</a>,
chief executive officer (CEO) e principal executivo da Apple, recebeu
um transplante de f&iacute;gado em Tennessee cerca de dois meses atr&aacute;s,
segundo uma reportagem publicada na edi&ccedil;&atilde;o online do &#8220;Wall Street
Journal&#8221;.<br/><br/>Ainda de acordo com a reportagem, Jobs est&aacute; se
recuperando bem e deve voltar ao trabalho no final deste m&ecirc;s. Uma
porta-voz da Apple, por&eacute;m, n&atilde;o confirmou as informa&ccedil;&otilde;es e disse apenas
que &#8220;Steve continua esperando voltar ao trabalho no fim de junho e n&atilde;o
h&aacute; mais nada para se comentar&#8221;.<br/><br/>Jobs dever&aacute; manter uma rotina de
apenas meio per&iacute;odo nos primeiros meses ap&oacute;s retornar da licen&ccedil;a
m&eacute;dica, de acordo com uma fonte ouvida pelo Wall Street Journal. Caso
as informa&ccedil;&otilde;es publicadas sejam corretas, fica solucionado o mist&eacute;rio
da licen&ccedil;a m&eacute;dica de Jobs, que se ausentou do comando da Apple em
janeiro deste ano.<br/><br/>Pouco antes de sair de licen&ccedil;a, o executivo
veio a p&uacute;blico falar que tinha um desequil&iacute;brio hormonal &#8220;relativamente
simples&#8221; de se tratar. Em seguida ele enviou uma carta explicando que o
motivo era mais complexo que o originalmente pensado e disse que ele
sairia de licen&ccedil;a. O Chief Operating Officer da empresa, Tim Cook,
assumiu o comando da empresa no per&iacute;odo.<br/><br/>O primeiro problema
s&eacute;rio do principal executivo da Apple foi revelado em 1º de agosto de
2004, quando ele anunciou que havia sido tratado de um raro tipo de
c&acirc;ncer no p&acirc;ncreas. No ano passado, por&eacute;m, a sa&uacute;de de Jobs parecia
estar cada vez mais fr&aacute;gil e ele estava muito magro em suas apari&ccedil;&otilde;es
p&uacute;blicas, fazendo com que tanto analistas quanto os f&atilde;s da Apple
come&ccedil;assem a suspeitar de alguma doen&ccedil;a. <br/><br/>O executivo &eacute;
considerado o principal l&iacute;der e vision&aacute;rio da Apple e, justamente por
isso, problemas de sa&uacute;de e sua eventual aus&ecirc;ncia do comando da empresa
levantam preocupa&ccedil;&otilde;es sobre o futuro da companhia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 class="hdois-desc-noticia">S&atilde;o Paulo - Principal executivo da Apple
est&aacute; se recuperando e deve voltar &agrave; companhia no fim do m&ecirc;s,
trabalhando apenas meio per&iacute;odo.</h2>
                    

                    


                    

                        
<a linkindex="94" href="http://idgnow.uol.com.br/mercado/2009/06/05/steve-jobs-deve-retomar-rotina-na-apple-ainda-este-mes">Steve Jobs</a>,
chief executive officer (CEO) e principal executivo da Apple, recebeu
um transplante de f&iacute;gado em Tennessee cerca de dois meses atr&aacute;s,
segundo uma reportagem publicada na edi&ccedil;&atilde;o online do &#8220;Wall Street
Journal&#8221;.<br/><br/>Ainda de acordo com a reportagem, Jobs est&aacute; se
recuperando bem e deve voltar ao trabalho no final deste m&ecirc;s. Uma
porta-voz da Apple, por&eacute;m, n&atilde;o confirmou as informa&ccedil;&otilde;es e disse apenas
que &#8220;Steve continua esperando voltar ao trabalho no fim de junho e n&atilde;o
h&aacute; mais nada para se comentar&#8221;.<br/><br/>Jobs dever&aacute; manter uma rotina de
apenas meio per&iacute;odo nos primeiros meses ap&oacute;s retornar da licen&ccedil;a
m&eacute;dica, de acordo com uma fonte ouvida pelo Wall Street Journal. Caso
as informa&ccedil;&otilde;es publicadas sejam corretas, fica solucionado o mist&eacute;rio
da licen&ccedil;a m&eacute;dica de Jobs, que se ausentou do comando da Apple em
janeiro deste ano.<br/><br/>Pouco antes de sair de licen&ccedil;a, o executivo
veio a p&uacute;blico falar que tinha um desequil&iacute;brio hormonal &#8220;relativamente
simples&#8221; de se tratar. Em seguida ele enviou uma carta explicando que o
motivo era mais complexo que o originalmente pensado e disse que ele
sairia de licen&ccedil;a. O Chief Operating Officer da empresa, Tim Cook,
assumiu o comando da empresa no per&iacute;odo.<br/><br/>O primeiro problema
s&eacute;rio do principal executivo da Apple foi revelado em 1º de agosto de
2004, quando ele anunciou que havia sido tratado de um raro tipo de
c&acirc;ncer no p&acirc;ncreas. No ano passado, por&eacute;m, a sa&uacute;de de Jobs parecia
estar cada vez mais fr&aacute;gil e ele estava muito magro em suas apari&ccedil;&otilde;es
p&uacute;blicas, fazendo com que tanto analistas quanto os f&atilde;s da Apple
come&ccedil;assem a suspeitar de alguma doen&ccedil;a. <br/><br/>O executivo &eacute;
considerado o principal l&iacute;der e vision&aacute;rio da Apple e, justamente por
isso, problemas de sa&uacute;de e sua eventual aus&ecirc;ncia do comando da empresa
levantam preocupa&ccedil;&otilde;es sobre o futuro da companhia.]]></content:encoded>
		</item>
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